Concorrentes da Nike: quais os principais no mundo e por que importam?
Quando eu comecei a estudar grandes marcas para aplicar no meu próprio negócio, uma pergunta sempre voltava: concorrentes da Nike quais os principais no mundo e o que essas empresas fazem de tão diferente para disputar espaço com um gigante desse tamanho? Ao longo dos anos, conversando com empreendedores, atletas, donos de lojas esportivas e estudando dados de mercado, eu percebi que entender essa “briga de titãs” não é só curiosidade. Isso ensina, na prática, como posicionar uma marca, como criar desejo no consumidor e como construir um negócio duradouro em qualquer segmento.
Concorrentes da Nike: quais os principais no mundo e por que isso importa para você
Se hoje você digita no Google algo como “concorrentes da Nike quais os principais no mundo”, é provável que esteja buscando muito mais do que uma lista de marcas de artigos esportivos.
Você quer entender estratégia, posicionamento, branding, precificação, distribuição, parcerias, marketing de influência, relacionamento com atletas e com comunidades. E faz sentido, porque essas empresas são como uma escola viva de negócios.

Eu me lembro de quando, lá atrás, ainda no começo da minha jornada empreendedora, comecei a vender produtos esportivos num pequeno e-commerce. Eu via a Nike como algo quase inalcançável. Só que, conforme eu fui estudando o mercado, percebi duas coisas essenciais:
Primeiro: a Nike é gigante, mas não é intocável. Ela perde espaço em alguns países, erra em alguns lançamentos, demora a reagir em certos nichos. Segundo: seus concorrentes não tentam copiar a Nike. Eles disputam o mesmo cliente, mas cada um cria um “pedaço de mundo” diferente na cabeça do consumidor.
É exatamente isso que eu quero te mostrar aqui, dentro de uma visão de negócios: quem são os principais concorrentes da Nike no mundo hoje, em 2026, e o que você, como empreendedor, pode aprender com essa batalha global.
Um panorama rápido: por que estudar os concorrentes da Nike virou quase obrigatório
Antes de entrar nome por nome, vale fazer um pequeno resumo de contexto. Hoje, em 2026, o mercado global de artigos esportivos e moda esportiva movimenta centenas de bilhões de dólares por ano. Não é só sobre tênis de corrida e chuteiras de futebol. Estamos falando de:
- Roupas casuais com pegada esportiva (athleisure).
- Tênis de lifestyle que viram itens de coleção.
- Colaborações com artistas, influenciadores e jogadores.
- Equipamentos de alta performance para atletas profissionais.
- Produtos licenciados de grandes ligas como NBA, NFL e competições internacionais.

Em um evento de ecommerce que participei em São Paulo, em 2025, um executivo trouxe um dado que ficou na minha cabeça: boa parte do crescimento do setor vem de pessoas que nem praticam esporte regularmente, mas querem se vestir como se praticassem. Ou seja, a briga entre Nike, Adidas, Puma e companhia é tanto pelo atleta quanto pela pessoa comum que quer se sentir mais ativa e conectada a um certo estilo de vida.
Então, quando eu falo de concorrentes da Nike, não estou falando só de quem fabrica chuteira. Estou falando de quem disputa atenção, desejo e identidade.
Adidas x Nike: a rivalidade que domina o topo do mercado global
Se existe um duelo clássico nesse setor, é Nike versus Adidas. Entre todos os concorrentes da Nike, a Adidas é o que mais chega perto em termos de reconhecimento, presença global e força de marca.
A Adidas nasceu antes da Nike, lá em 1949, e construiu uma história muito forte no futebol, no atletismo e em esportes olímpicos. Com o tempo, evoluiu para o streetwear, se misturou com a cultura urbana, o hip hop, o basquete e a moda.

Hoje, quando eu olho a atuação da Adidas, vejo alguns pontos que explicam por que ela é uma das principais respostas para a pergunta: concorrentes da Nike quais os principais no mundo?
1. Design e inovação constante A Adidas não tem medo de experimentar. Ela testa materiais reciclados, tecnologias de amortecimento, colaborações com designers de moda, e até conceitos futuristas de solado. Em alguns anos, ela liderou tendências antes da Nike reagir.
2. Estratégia forte em “lifestyle” Enquanto a Nike sempre carregou uma imagem muito ligada à performance, a Adidas conseguiu equilibrar bem o esporte com o estilo urbano. Modelos como o Superstar, Stan Smith e a linha Originals transformaram a marca em peça de desejo para quem nunca pisou em uma quadra.
3. Parcerias e contratos milionários com atletas Messi, por exemplo, é praticamente um símbolo da Adidas. A marca também investe em atletas do basquete, corridas de rua e seleções nacionais, o que reforça muito a credibilidade.
4. Aposta pesada em sustentabilidade Nos últimos anos, a Adidas ganhou destaque com produtos feitos parcialmente de plástico retirado dos oceanos, além de metas públicas de redução de impacto ambiental. Para o consumidor mais jovem, isso pesa.
Como empreendedor, sempre que estudo Adidas x Nike, eu penso: “como eu posso criar uma marca que entregue performance E estilo, sem precisar ser uma multinacional?” A resposta está nesse equilíbrio entre tecnologia, branding e um posicionamento claro.
O que a disputa Nike x Adidas ensina para pequenos negócios
Resumindo em pontos práticos, essa rivalidade mostra que:
- Você não precisa ser “melhor em tudo”, mas precisa ser memorável em alguma coisa.
- Posicionamento é tão importante quanto produto.
- Parcerias certas podem acelerar anos de crescimento.
Se você vende roupas, tênis, suplementos, ou qualquer coisa ligada a esporte e bem-estar, observar essa dupla é como ter uma consultoria de marketing gratuita em tempo real.
Puma: o concorrente criativo que trabalha nichos com muita inteligência
Muita gente olha para a Puma e acha que ela está “atrás” da Nike e da Adidas, mas eu prefiro ver de outra forma. A Puma é um ótimo exemplo de como um concorrente bem posicionado consegue ganhar espaço mesmo com gigantes na mesma arena.
Quando eu recebo mensagem de leitores perguntando quais são, de fato, os concorrentes da Nike quais os principais no mundo, a Puma aparece sempre nas primeiras posições.
A história da marca é curiosa: ela nasceu praticamente da mesma família que criou a Adidas (as empresas surgiram de uma briga entre irmãos). Ao longo do tempo, assumiu uma identidade própria, muito ligada a:
- Futebol (patrocina seleções e clubes importantes).
- Esportes de velocidade, automobilismo e corrida.
- Colaborações com celebridades da música e da moda.
- Uma pegada visual mais ousada, com cores fortes e design diferente.
Na minha experiência, a Puma consegue ganhar o coração de um perfil de consumidor que quer algo diferente das “duas óbvias” Nike e Adidas. Eu já vi isso na prática vendendo online: em muitos casos, quem busca exclusividade e foge do “mais do mesmo” acaba caindo em modelos da Puma.
Por que a Puma é uma lição de branding para empreendedores
Tem três decisões da Puma que eu sempre destaco para empreendedores:
1. Clareza de nicho A Puma não tenta abraçar tudo ao mesmo tempo. Ela concentra energia em esportes específicos e em collabs certeiras. Isso reduz desperdício e aumenta impacto.
2. Foco em design diferenciado Em vez de ficar correndo atrás da tecnologia de amortecimento mais avançada, a Puma trabalha muito a estética, o conforto e o lifestyle. É uma aposta consciente.
3. Uso inteligente de celebridades e cultura pop A marca já fez parcerias com artistas, cantores, estilistas e figuras que conversam com o público jovem urbano. É uma forma de criar desejo mesmo fora do campo esportivo.
Se você está construindo sua marca agora, perceba: não é necessário ser o “melhor do mundo”. Basta ser essencial para um grupo de pessoas muito bem definido.
Under Armour: performance extrema e foco em esportes de equipe
Quando eu comecei a ver Under Armour aparecendo em quadras de basquete, campos de futebol americano e academias, a sensação foi: “ok, tem um novo jogador sério nesse jogo”.
A Under Armour não é tão forte no Brasil quanto Nike ou Adidas, mas globalmente ela é considerada um dos principais concorrentes da Nike, principalmente em segmentos de alta performance.

Ela ficou conhecida por desenvolver camisetas e roupas de compressão que ajudam na performance atlética, no controle de temperatura e na mobilidade do atleta. Depois, expandiu para tênis, acessórios e equipamentos.
O diferencial está no posicionamento: a marca fala com o atleta que quer resultados. Não é tanto sobre moda, mas sobre rendimento.
Foco em esportes de equipe e tecnologia aplicada
A Under Armour construiu uma presença muito forte em:
- Futebol americano (NFL).
- Basquete universitário e profissional.
- Beisebol e outros esportes de equipe.
- Segmentos de treino funcional, cross training e academia.
Ela investe pesado em pesquisa, tecidos tecnológicos, conforto térmico, durabilidade, e isso faz com que o atleta profissional ou amador que leva o treino a sério veja valor real no produto.
Como empreendedor, esse é um recado direto: não tente ser tudo para todo mundo. A Under Armour sabe exatamente com quem fala e o que entrega, e é por isso que ela consegue disputar com a Nike mesmo faturando menos.
New Balance: conforto, autenticidade e fidelização de nichos
Muita gente acha que a New Balance sumiu em determinados períodos, especialmente no Brasil, mas globalmente a marca sempre manteve uma base muito fiel de consumidores.

Eu acompanhei mais de perto essa movimentação entre 2022 e 2025. Em alguns mercados, a New Balance se reposicionou com força no lifestyle urbano, enquanto mantinha sua credibilidade em corrida e walking (tênis para caminhada e uso diário).
Quando alguém me pergunta “concorrentes da Nike quais os principais no mundo?”, a New Balance entra na lista porque:
- Tem tradição em tênis de corrida e performance.
- É reconhecida pelo conforto dos modelos casuais.
- Conquista quem busca algo mais discreto e durável.
- Trabalha bem com numerações mais amplas e ajustes para conforto.
Eu já atendi clientes em loja física que diziam: “olha, Nike é bonito, mas New Balance é o que meu pé aguenta o dia inteiro”. Isso é poderoso. Em vez de competir só em estilo, a marca conquistou território na mente do consumidor em conforto e ergonomia.
Por que a New Balance é um grande exemplo de “posicionamento de valor”
Perceba o seguinte:
- Ela não tenta ser a mais “hypada” o tempo todo.
- Ela fala com quem valoriza bem-estar no dia a dia.
- Ela não tem vergonha de construir uma imagem mais madura.
Como empreendedor, você pode usar essa lógica em qualquer área: quando você escolhe um valor central (conforto, durabilidade, atendimento próximo, entrega rápida), fica muito mais fácil ser lembrado por isso.
Reebok: altos e baixos, reposicionamento e lições de sobrevivência
A história da Reebok parece roteiro de filme de negócios. Em determinados momentos, ela estava muito forte, principalmente nos anos 80 e 90, com foco em fitness, aerobics, corrida e depois crossfit. Em outros períodos, perdeu relevância, mudou de dono, se reposicionou.
Durante alguns anos, a Reebok pertenceu à Adidas, o que parecia uma jogada estratégica para somar forças contra a Nike. Porém, as coisas não fluíram como o esperado. A marca perdeu identidade, demorou para acompanhar tendências e viu sua participação cair.
Em 2021, foi vendida para o Authentic Brands Group, e desde então vem tentando retomar espaço com uma volta às origens em fitness e lifestyle retrô. Em 2024 e 2025, começaram a aparecer colaborações interessantes, relançamento de modelos clássicos e um discurso mais claro.
Por que eu conto tudo isso? Porque a Reebok é uma das respostas mais importantes quando falamos de concorrentes da Nike quais os principais no mundo e, ao mesmo tempo, ela é uma aula sobre:
- O que acontece quando uma marca perde foco.
- Como é difícil recuperar relevância depois de anos de confusão.
- Como um reposicionamento bem feito pode reaquecer uma base de fãs.
Se você tem um negócio que já teve “tempos áureos” e hoje está tentando se reerguer, estudar a Reebok pode trazer muitos insights.
Outros concorrentes globais da Nike que você não pode ignorar
Quando a gente fala de concorrentes da Nike, é fácil citar só as gigantes mais óbvias. Mas o jogo vai muito além disso. Existem marcas regionais e globais que, juntas, vão tirando fatias do mercado da Nike em vários cantos do mundo.
Algumas delas:
- ASICS – Fortíssima em corrida de rua, maratonas e performance técnica.
- Skechers – Cresceu muito com foco em conforto, preço competitivo e varejo de massa.
- Fila – Se reposicionou com pegada retrô e streetwear, especialmente entre jovens.
- Li-Ning e Anta – Marcas chinesas ganhando espaço na Ásia e em alguns mercados internacionais.
- Decathlon (marcas próprias) – Domina faixas de preço de entrada com ótimo custo-benefício.
Eu me lembro de um lojista me dizendo, em 2024: “a Nike ainda vende bem, mas quem levanta meu faturamento do mês são as marcas mais acessíveis”. Isso mostra um ponto importante: em muitos mercados, a Nike vira “marca de desejo”, enquanto outras viram “marca do dia a dia”.
E do ponto de vista estratégico, esses competidores menores criam pressão por preço, qualidade e inovação.
Tabela comparativa: principais concorrentes da Nike e seus pontos fortes
Para organizar melhor as ideias, montei uma tabela com os principais concorrentes globais da Nike, estimativas de faturamento e comentários operacionais. Usei os últimos relatórios públicos e pesquisas de mercado para contextualizar os números.
| Marca | Receita anual (aprox.) | Margem / Lucratividade (observação) | Observações operacionais e custos |
| Nike | ≈ US$51 bi (último ano fiscal reportado) | Margem operacional consistente, historicamente na casa dos dois dígitos (≈10–15%) | Grande gasto em marketing e patrocínios; cadeia logística global e investimento em digital/e-commerce. |
| Adidas | ≈ €21–23 bi (últimos relatórios) | Margem operacional moderada, variações ano a ano por reestruturações | Forte em colaborações e sustentabilidade; custos com produção externa e reequilíbrio de estoques. |
| Puma | ≈ €6–8 bi | Margens mais apertadas que gigantes, mas melhora com collabs e premiumização | Foco em design e parcerias; menor escala, menor custo fixo relativo. |
| Under Armour | ≈ US$5–6 bi | Margens variáveis; pressão por reinvenção e controle de custos | Investimento em tecnologia têxtil e performance; forte presença nos EUA, menos global. |
| New Balance | ≈ US$4–5 bi (empresa privada, estimativa) | Margens sólidas em nichos (running / comfort) | Modelo híbrido com produção própria; foco em qualidade e fit; menor gasto com marketing massivo. |
| Reebok (ABG) | ≈ US$1–2 bi (após reestruturação) | Margens em recuperação; receita mais volátil | Modelo baseado em licenciamento; foco em relançamentos e fitness retro. |
| ASICS | ≈ ¥300–360 bi (≈ US$2–3 bi) | Margens estáveis em running técnico | Forte em P&D para biomecânica; custo maior com tecnologia de calçado técnico. |
| Skechers | ≈ US$7–8 bi | Boa geração de caixa; margens dependem de mix e varejo | Modelo de alto volume e preço competitivo; forte canal de varejo próprio. |
Fonte dos dados: Nike (relatório anual), Adidas (relatório anual), Puma (relatório anual), Under Armour (relatório anual), New Balance (estimativas de mercado), Reebok / Authentic Brands Group, ASICS (relatório anual), Skechers (relatório anual), análises de mercado (Statista / Euromonitor).
O que os concorrentes da Nike revelam sobre o futuro do mercado esportivo
Agora, deixa eu te contar algo que eu percebi analisando essas marcas com calma, tanto para produzir conteúdo quanto para tomar decisões de negócio.
Essa guerra entre Nike e seus concorrentes está menos sobre “quem tem o melhor tênis” e mais sobre:
- Quem entende melhor o comportamento do consumidor.
- Quem se adapta mais rápido às mudanças culturais.
- Quem conversa com comunidades específicas (corredores, gamers, torcedores, dançarinos, etc.).
- Quem consegue unir propósito, design e performance em um mesmo produto.
Segundo estudos recentes de mercado, uma fatia enorme dos consumidores mais jovens decide comprar uma marca esportiva não só pelo desempenho, mas pelos valores que essa marca representa: diversidade, inclusão, sustentabilidade e conexão com causas sociais.
Empreendedores de sucesso sempre reforçam que você precisa ser obcecado pelo cliente. No mercado esportivo isso é visível: Nike, Adidas, Puma e companhia vivem ajustando narrativa, campanhas, coleções e experiências de compra conforme escutam e observam seu público.
O que você, empreendedor, pode aprender com os concorrentes da Nike
Chegando até aqui, talvez você esteja pensando: “tudo bem, entendi os principais concorrentes da Nike, mas o que eu faço com isso na prática?”
Vou te trazer alguns aprendizados que eu mesmo aplico e compartilho com quem acompanha o EM Portal.
1. Não existe mercado saturado, existe marca mal posicionada Quando você olha para esse cenário com tantos gigantes – Nike, Adidas, Puma, Under Armour, New Balance, Reebok, ASICS, Skechers, marcas chinesas – a impressão é: “não cabe mais ninguém”. Mas a realidade mostra o contrário. Sempre aparece um player novo ganhando espaço em nichos específicos ou com um modelo de negócio diferente.
2. Foco é mais valioso que tentar abraçar tudo Note como cada concorrente da Nike escolheu um campo de batalha:
- Adidas: lifestyle + futebol.
- Under Armour: desempenho e esportes de equipe.
- New Balance: conforto e corrida.
- Puma: design e identidade jovem.
- ASICS: corrida técnica.
- Skechers: conforto acessível.
Isso serve para qualquer negócio: defina para quem você quer ser indispensável.
3. Marca forte é construída todos os dias Aqui no EM Portal, analisamos tendências de negócios e renda extra o tempo todo e uma coisa é clara: marca não se constrói com um único anúncio ou uma campanha viral. Assim como a Nike levou décadas para ser o que é hoje, você vai levar um tempo para consolidar a sua autoridade.
Como aplicar essas estratégias se você revende ou quer revender artigos esportivos
Muita gente que me acompanha já me mandou mensagem dizendo: “eu vendo tênis e roupas esportivas, mas não sei como me diferenciar”. Deixa eu te dar alguns caminhos:
1. Especialize-se em um tipo de cliente Corredores iniciantes, atletas de alto desempenho, pessoas que voltaram para a academia depois dos 40, jogadores de futebol amador, praticantes de cross training… Se você tentar atender todo mundo, provavelmente não vai ser referência para ninguém.
2. Use as grandes marcas como “vitrine” para contar histórias Não venda só o tênis da Nike ou o casaco da Adidas. Venda a história por trás daquele produto: tecnologia, inspiração, atleta que usa, tipo de treino ideal. Quanto mais conteúdo relevante você entrega, mais valor o cliente enxerga.
3. Misture produtos premium com opções acessíveis Muitos lojistas me contaram isso: a margem e o volume muitas vezes vêm de marcas menos famosas, enquanto Nike e seus concorrentes atuam como imã de atenção.
4. Crie autoridade com conteúdo Produza reviews honestos, comparativos entre marcas, dicas de cuidado com o tênis, conselhos sobre como escolher o modelo ideal para cada esporte. Isso faz você deixar de ser “só mais uma loja” e virar referência.
Concorrentes da Nike e a psicologia do consumidor: o que faz alguém escolher uma marca
Na minha própria experiência vendendo e observando o comportamento de compra, eu percebi que as pessoas raramente escolhem só pelo preço. Elas avaliam:
- Identificação com o estilo da marca.
- Confiança na qualidade (mesmo que nem sempre entendam a tecnologia).
- História por trás da marca ou produto.
- Comunidade e pertencimento (por exemplo, corredores que só usam uma marca específica).
- Experiência de compra (site, loja, atendimento, prazo).
Quando alguém escolhe entre Nike, Adidas, Puma, Under Armour ou New Balance, existe sempre um “motivo invisível” por trás. Pode ser um ídolo, uma memória de infância, um tênis que durou anos, ou simplesmente o fato de “se sentir bem” usando aquele logo no peito.
Se você leva isso para o seu negócio, percebe que precisa trabalhar não só o produto, mas a experiência completa.
O papel da tecnologia e do digital na disputa entre Nike e seus concorrentes
Outro ponto que mudou muito essa briga é o digital. Hoje, a economia da atenção é real. Nike não disputa só prateleira de loja, ela disputa tela de celular.
Aplicativos de treino, programas de fidelidade, personalização de produtos, experiências de realidade aumentada, e-commerce próprio, parcerias com marketplaces… tudo isso entra na equação.
Segundo análises recentes de mercado, uma fração crescente da receita dessas empresas vem de canais digitais, não só da loja física tradicional. E isso vale tanto para Nike quanto para os principais concorrentes.
Como alguém que já gerou renda online, posso afirmar: quem não se adapta ao digital fica para trás. Isso serve tanto para multinacionais quanto para o pequeno empreendedor com uma loja de bairro.
Concorrentes da Nike: quais os principais no mundo e qual o seu lugar nessa história?
Agora, deixa eu inverter a pergunta e jogar a bola para você:
- Você já pensou qual é a “Nike” do seu mercado?
- Você sabe quem são os “Adidas, Puma, Under Armour” que estão competindo com você todos os dias?
- Você está tentando imitar a marca líder ou encontrou seu próprio caminho para conquistar clientes?
Entender concorrentes da Nike quais os principais no mundo é só o começo. O mais importante é traduzir tudo isso para a sua realidade.
No fim do dia, a grande lição desses gigantes é simples e poderosa:
- Cada um deles escolheu um jeito único de existir.
- Cada um deles decidiu quem queria atender.
- Cada um deles construiu uma história consistente ao longo do tempo.
Se você fizer o mesmo, no seu tamanho, com seus recursos, pode ter certeza: você não precisa ser a Nike para dominar o seu nicho.
Fechando a conta: como usar esse conhecimento a partir de hoje
Antes de encerrar, quero deixar algumas ações práticas que você pode aplicar assim que terminar de ler:
1. Mapear seus concorrentes diretos e indiretos Liste quem vende o mesmo produto ou solução que você e quem disputa o mesmo dinheiro do seu cliente, mesmo oferecendo outra coisa. Faça com seus concorrentes o que fizemos aqui com a Nike: identifique forças, fraquezas, posicionamento.
2. Definir claramente seu posicionamento Você quer ser a marca do melhor custo-benefício, da experiência premium, do suporte mais próximo, da entrega rápida, do conteúdo mais educativo? Escolha um caminho.
3. Contar melhor a sua história Todas essas grandes marcas têm narrativas fortes. A sua também precisa de uma. Como seu negócio começou? Que problema você viu no mercado? Que tipo de transformação você quer gerar na vida do cliente?
4. Investir em relacionamento, não só em venda Responda mensagens com atenção, peça feedback, crie uma base de clientes que se sintam parte da sua jornada. Isso vale mais do que promoção relâmpago toda semana.
Se você quiser ir além, pode até voltar aqui nesse artigo de vez em quando e usar essas marcas como espelho. Pergunte para si mesmo:
“O que a Nike faria no meu lugar?” “Como a Adidas contaria essa campanha?” “Que nicho a Puma escolheria se estivesse no meu mercado?”
Eu faço esse exercício direto, e posso te garantir: ele muda a forma como você enxerga o seu próprio negócio.
No fim das contas, estudar concorrentes da Nike quais os principais no mundo é estudar, na prática, como construir e defender um império de marca. E, se você aplicar isso de forma inteligente, talvez não demore tanto para ver sua própria marca dando passos bem maiores do que você imaginava.
Quem são os principais concorrentes da Nike no mundo?
Adidas, Puma, Under Armour, New Balance, Reebok, ASICS e Skechers são os principais concorrentes globais.
Qual a diferença principal entre Nike e Adidas?
Nike foca forte em performance e marketing global; Adidas equilibra performance e lifestyle com aposta em colaborações e sustentabilidade.
A Puma ainda é relevante no mercado?
Sim. Puma cresce ao apostar em design ousado, collabs e nichos como futebol e automobilismo.
Under Armour compete diretamente com a Nike?
Sim, principalmente em segmentos de alta performance e esportes de equipe, embora em escala menor.
New Balance é uma boa opção para conforto diário?
Sim. A marca é reconhecida por conforto, ajuste e durabilidade para uso diário.
Quais marcas pressionam os preços da Nike?
Skechers, Decathlon (marcas próprias) e marcas chinesas como Li-Ning e Anta pressionam faixas de preço mais baixas.
Como pequenos lojistas podem competir com essas marcas?
Especialize-se em um nicho, conte histórias dos produtos, misture linhas premium e acessíveis e gere conteúdo de autoridade.
O digital é determinante nessa disputa?
Sim. E-commerce, apps, personalização e experiência digital representam parcela crescente da receita das marcas.
Sustentabilidade afeta a escolha do consumidor?
Sim. Consumidores mais jovens consideram políticas ambientais e sociais ao decidir por uma marca.
O que observar nos relatórios das marcas ao fazer pesquisa de mercado?
Veja receita, margem operacional, gastos com marketing, canais de venda e iniciativas em digital e sustentabilidade.






