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05/11/2013 22h28
Amapá inicia investigações dos crimes da ditadura
Comissão Estadual da Verdade se reúne na próxima sexta-feira (8)
A Comissão Estadual da Verdade se reunirá, nesta sexta-feira, 8, a partir das 16h, para dar início ao processo de investigação dos abusos cometidos pelo golpe militar, no período de 1946 a 1988 e a transição para o regime democrático. O grupo terá o prazo de dois anos para produzir o relatório que será entregue à Comissão Nacional da Verdade, criada em 2012 pelo governo federal.

A Comissão Estadual da Verdade foi solenemente empossada no dia 1° de novembro, no Palácio do Setentrião, e é constituída por duas instâncias: a Colegiada e a Executiva. A primeira é formada pelo o advogado Wagner Costa Gomes, que assume a função de presidente, e pelos membros: Daniel Santiago Chaves Ribeiro, Dorival da Costa dos Santos, Luciano Del Castilo Silva e Maria Benigna de Oliveira Nascimento Jucá, e Raimundo José da Costa Queiroga.

Já a instância Executiva é composta por Maria Izabel de Albuquerque Cambraia (secretária), Airá Santana Benedito de Queiroz Alcântara, Ewerton Souza Néri, Maria Aparecida da Costa Penha e Petrônio Baia Valente.

O compromisso do governador do Amapá, Camilo Capiberibe, em iniciar este processo de fortalecimento da democracia e a busca pelo resgate da memória e de restaurar a verdade, dos fatos ocorridos nas épocas das ditaduras militar, iniciou em agosto de 2011.

No dia 24 de junho de 2013, o governo do Estado instituiu a Comissão Estadual da Verdade do Amapá, batizada com o nome de Francisco das Chagas Bezerra, o Chaguinha. O objetivo é de acompanhar e subsidiar a Comissão Nacional da Verdade nos exames e esclarecimentos às graves violações dos direitos humanos, previstos nas disposições constitucionais transitórias da Constituição Federal.

"Esta será a contribuição do Amapá para a efetivação do direito à memória e à verdade histórica. Precisamos restaurar a verdade para que as pessoas acusadas, perseguidas, torturadas e mortas pelo regime militar possam ter a dignidade também restaurada", afirmou o governador.

Camilo Capiberibe é fruto quando do exílio dos pais, João Alberto Rodrigues Capiberibe e Janete Capiberibe. "Esta também é a minha história. E a população precisa saber o que se passou neste período de terror", acrescentou o governador.




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